Câmaras
Lumix G3 chegou sem novidades
- Publicado em Quinta, 12 Maio 2011 19:03
A apresentação da Lumix G3 pela Panasonic fez-se hoje sem grande emoção. É mais um modelo da gama, com um corpo mais pequeno e algum reajuste de controlos, tudo servindo um sensor de 16 milhões de pixéis que contraria a ideia de que a Panasonic teria deixado de participar na corrida dos pixéis. Pois é...
É verdade que o modelo Lumix GH2 tem 18 milhões de pixéis de que usa 16, mas alguns não esperavam que a Panasonic estendesse os pixéis da sua série G para lá dos 12 dos modelos anteriores. Afinal, eis que o novo sensor de 16 milhões debita 15.8 milhões de pontos úteis para guardar memórias. Isto num corpinho mais pequenino onde, por força de tanta pequenez, alguns botões mudaram de posição ou desapareceram. Ah, e para que conste, os desenhos de uma pretensa G3 que podia mudar tudo não se cumpriram, provando que a série continua na mesma linha. E deixando no ar se vale a pena ligar assim tanto a todos os rumores em que a Internet é farta. Até já farta...
A lógica dos ecrãs de toque continua, para alegria de alguns e desconsolo de outros, a manifestar-se aqui. Focar por toque no ecrã não é o que alguns dos mais antigos praticantes da arte sintam que é uma ev9olução do estado da arte, mas enfim, se por um lado a Lumix G3 faz isso, pelo oiutro tenta parecer-se, talvez até mais, com uma reflex, sugerindo que afinal, apesar de todos lhes ditarem o fim dos dias continuam a querer ser como elas. É um mundo curioso este em que vivemos.
Os tempos em que a fotodigital tinha um aparelho de teste para experimentar forma-se, a Panasonic não dá muitos sinais de vida, excepto pelo envio de press-releases, mas nem sequer o deste aparelho chegou. de qualquer modo, é, como o leitor já entendeu, mais um aparelho fotográfico. E faz o que dele se espera: tira fotografias. Pode ler dezenas de notas sobre o lançamento por toda a Internet. Basta "googlar" lumix g3. Eu, confesso que estou mais excitado com a objectiva macro que me chegou hoje pelo correio. Mas isso é história para outro dia.









































































