Prática
Tripés, filtros e paciência igual a longa exposição
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- Publicado em 16-06-2010
Se pretende realizar longas exposições na orla costeira necessita de três coisas: paciência, tripé e filtros. Essa trindade permite explorar os limites da luz ao cair do dia - ou quando o dia começa - e pela noite adentro, numa descoberta de luzes e cores que não sabia estar lá.
Os nossos olhos vêem diferentemente do filme ou dos sensores digitais modernos. Mas existe uma ligação entre o que vemos e sentimos ante uma paisagem espectacular de fim de dia e o que muitas vezes fica guardado na câmara. Mas não é com flash, ISOs elevados ou um sistema estabilizador XPTO que se fazem essas fotos.
Essa experiência só pode ser vivida em pleno quando se cumprem os quesitos indicados na entrada deste texto: ter paciência para ficar, muitas vezes já depois de todos se terem ido embora, ter um tripé estável por perto e ter alguns filtros que permitam equilibrar a luz entre um céu ainda a brilhar mais do que a terra.
É sobre essa experiência que versa o texto que pode ler na ligação aqui apontada. O processo não é difícil, nenhuma magia escondida, simples "pintar com a luz" como é toda a fotografia. Só que feito quando a maioria dos fotógrafos já arrumou o saco clamando que "a luz foi-se". A luz nunca se vai, está sempre presente. É necessário é saber abrir a torneira que a deixa chegar ao sensor. E domar essa mesma luz. As ferramentas referidas são parte obrigatória desse processo.











































































